A história da Maior Rede Social do mundo

Publicado: janeiro 13, 2010 em Mídia Social, Planejamento, Rede Social

Pessoal, decidi postar este artigo como complemento do artigo “A diferença entre Mídia Social e Rede Social” para ajudar a fixar a idéia da diferença destes dois conceitos.

Início

No início, uma causa foi defendida com fervor, por um homem chamado Jesus de Nazaré, “o carpinteiro”.

Idéia

O intuito deste era abrir a mente humana para que seus ouvintes se libertassem dos seus pensamentos egoístas, alheios à caridade, humildade, arrependimento e honestidade, para que fossem aceitos pelo seu Deus para que pudessem um dia viver em um paraíso, anunciado por ele que era reino sem igual.

Recrutramento e Delegação

Este homem escolheu 12 pessoas para que espalhassem a notícia e que também fossem responsáveis pela futura rede social.

Execução

Essa causa ouvida por diversos indivíduos, foi questionada, reverenciada, assim como odiada por pessoas de sua época e por várias gerações posteriores.

Em pouco tempo após o anúncio de sua missão, este homem foi crucificado por ser considerado impostor e mentiroso por aqueles que eram mencionados em suas palavras como o povo escolhido por Deus, pois se denominava como o Filho de Deus, além de ser também acusado por outras atitudes que apontadas pelas autoridades da época.

Anos se passaram após a sua morte, no Império Romano, a causa foi proclamada por um homem chamado Paulo que agora com veemência denominava-o como Senhor Jesus, o Cristo e o Salvador.

Viralização em massa

Mesmo após a morte de Jesus, suas idéias eram defendidas como se estivesse materialmente vivo e bem presente. As palavras de Paulo se propagavam por diversos países, onde discutia-se os ideais da causa em pontos estratégicos como fóruns, sinagogas e templos geralmente com pessoas de alta influência. Após perseguições, mortes e proclamações, esta causa tomou proporções sem medidas.

Foram formadas diversas (sub) redes sociais, chamadas de Igrejas. Pessoas anunciavam a causa aos seus conhecidos com uma convicção de tal modo, que estavam convencidas de que esta ideologia era mais forte que suas próprias vidas. Os governos tiravam suas vidas a fio de espada, por fogo e por outros tipos de atrocidades, pois temiam insurreições e insubordinação, já que os defensores da causa defendiam que existia um outro senhor e um outro reino.

Mesmo assim o poder de divulgação desta ideologia conquistou regiões, estados, países, continentes e gerações… Não porque dava riquezas materiais aos adeptos, mas sim, porque principalmente vendia sonhos a muitos que a podiam conhecer.

Segmentação e divisão

Séculos se passam e a Igreja Católica, comunidade cristã com maior número de membros, tornou-se para alguns, uma farsa. Tais acusadores apontavam que seus membros eram explorados com cobranças indevidas, como a doação de indulgências para que os erros cometidos fossem perdoados, diferente da idéia inicial de amor que era focada antes de qualquer coisa a doação do ser pessoal. Logo após destas acusações surgiram protestos, novas mortes e novas redes sociais cristãs foram formadas, denominadas como “Os Protestantes”.

Tais protestantes afirmavam que eram os reformadores da causa que um dia seus ideais foram deturpados, causa que atingiu multidões sem mesmo o apoio direto de seu idealizador, Jesus.

Século XXI, novas (sub) redes sociais cristãs formam-se isoladas e com uma velocidade vertiginosa. Em jornais é anunciado que em 2020 os protestantes no Brasil serão 50% da população total. Os ideais que todos os adeptos ao Cristianismo afirmam ter são a caridade, honestidade, humildade e arrependimento, mas por que tamanha divisão?

Um exército grande e dividido é confuso e não tem vitória. A cada esquina é possível encontrar uma igreja em determinadas regiões da cidade de São Paulo. Se essas comunidades afirmam tais ideais, a união não seria uma conseqüência lógica e no mínimo uma premissa?

A influência das Mídias Sociais nesta Rede Social

Então todo o cenário começa a mudar novamente. Desde o século passado a televisão e a rádio são utilizadas como mídias para que os indivíduos destas (sub) redes sociais possam se comunicar, mas agora com a internet surgem as mídias sociais que são meios que possibilitam algo que antigamente não era possível ser feito devido a existência de obstáculos enormes para que estas pudessem se comunicar de forma mais simples e clara.

Podemos dizer que a maior Rede Social do mundo está começando a passar por uma fase nunca vista. Nunca foi tão fácil compartilhar seus ideais através de mídias como o Facebook, Orkut, Youtube(sim!), chamadas como mídias sociais, para aprender, ensinar, criticar, indicar e elogiar os ideais de redes sociais que o indivíduo pertença ou não e poder ser ouvido pelo mundo.

Só espero que todos cheguem a um consenso e se unam para ajudar aos que precisam. Quem acreditar nessa possibilidade levante a mão! 😉

Peço desculpas se tropecei em algum fato histórico ou observação fora do objetivo do post e também deixo claro que não defendo nenhuma religião específica.

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comentários
  1. Carlos disse:

    Muito interessante seu post..
    Só gostaria de deixar claro a diferença entre evangélicos e protestantes. E concerteza, a diferença é contrastante!
    ou seja “Em jornais é anunciado que em 2020 os evangélicos no Brasil serão 50%.” Por que se realmente o Brasil tivesse 50% da população protestante, seria provavelmente um país de 1° Mundo.

    Abração.

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