Principais mudanças do HTML 5 para desenvolvedor

Publicado: janeiro 23, 2010 em Desenvolvimento

Toda tecnologia nova vem para acrescentar algo novo.

Às vezes, é complicado aceitar novas metodologias se elas não trazem grandes mudanças de funcionamento ou na estrutura.

Foi assim com a mudança do HTML para o XHTML. No inicio foi bem difícil porque era só uma maneira correta de escrever e deixar o código mais leve. Com o passar do tempo, vimos que ele trouxe muitos benefícios na produção de projetos web.

Ao passar para o XHTML, surgiu também uma preocupação maior com o CSS. Sua estrutura então foi mais organizada, com as brigas acirradas para conseguir melhores resultados nos buscadores. Qualquer ponto positivo fazia diferença.

Novamente, o tempo passou e vimos uma migração muito grande por parte dos desenvolvedores, que agora estão mais preocupados com detalhes não somente funcionais, como, também, estruturais.

A quinta revisão do HTML tem um objetivo muito funcional e com muitas interações que antes não eram possíveis.

Vejo o HTML 5 como uma linguagem universal para a padronização da semântica.

Com certeza ele não veio para atrapalhar, por mais que navegadores renomados ainda não disponham de suporte para tal linguagem.

E sabemos quão difícil é a migração de navegadores através dos usuários normais, como é o caso do IE6 para o IE7. Hoje há possibilidade de fazer o código funcionar nos navegadores através de um arquivo .js.

Antes de criticar, vamos conhecer as suas principais mudanças.
Elementos de estrutura

<header> – cabeçalho da página ou de uma seção (não confundir com a tag <head>);

<section> – cada seção do conteúdo;

<article> – um item do conteúdo dentro da página ou da seção;

<footer> – o rodapé da página ou de uma seção;

<nav> – o conjunto de links que formam a navegação, seja o menu principal do site ou links relacionados ao conteúdo da página;

<aside> – conteúdo relacionado ao artigo (como arquivos e posts relacionados em um blog, por exemplo).
Elementos de conteúdo

<figure> – usado para associar uma legenda a uma imagem, vídeo, arquivo de áudio, objeto ou iframe:

<figure>

<legend>Figura 1. Esquema de uma página em HTML 5</legend>

<img src=”html5.png” alt=”Estrutura do HTML 5″ />

</figure>

<canvas> – através de uma API gráfica, irá renderizar imagens 2D dinâmicas que poderão ser usadas em jogos, gráficos, etc;

<audio> e <video> – usados para streaming (transmissão pela internet) de áudio e vídeo. É uma tentativa de criar um padrão em todos os navegadores como acontece hoje com as imagens:

<audio src=”musica.mp3″ autoplay=”autoplay” loop=”20000″ />

<video src=”video.mov” width=”400″ height=”360″ />

<dialog> – junto com as tags <dt> e <dd> será usado para formatar um diálogo:

<meter> – usada para representar medidas, que podem ser de distância, de armazenagem em disco, etc.
Conclusão

A maioria dos navegadores de hoje ainda não tem suporte a HTML 5. E nem todas as novas tags estão completamente definidas.

Muitos acham que ainda não é hora de gastar energia e tempo desenvolvendo um site para os navegadores mais recentes para depois ter que “corrigir” o código pensando nos navegadores antigos.

Além disso, a própria W3C admite que as especificações atuais ainda não são definitivas e podem sofrer revisões.

Por outro lado, algumas pessoas defendem que toda tecnologia nova deve ser colocada em prática para evoluir, encontrar erros e estabelecer melhorias.

A resistência sempre vai existir, como aconteceu com os padrões web na migração do IE 6 para o IE 7.

De acordo com o autor, temos sim que aprender a usar a nova tecnologia e o que não funciona, arrumar uma saída para corrigir, pois o HTML 5 veio para ficar assim como novos navegadores e novas APIs.

É melhor acompanhar as novas tendências para não ficarem para trás.

Vi este artigo na Webinsider – Link da página

Também tem outro artigo  relacionado interessante:

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comentários
  1. […] Para quem ainda não conhece as principais mudanças, de uma forma mais simplificada disponibilizei este post: Principais mudanças do HTML5 para o desenvolvedor […]

  2. W3C admite que as especificações atuais ainda não são definitivas e podem sofrer revisões.

    Por outro lado, algumas pessoas defendem que toda tecnologia nova deve ser colocada em prática para evoluir, encontrar erros e estabelecer melhorias.

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