Arquivo da categoria ‘Rede Social’

Bem pessoal… fiz um gráfico para representar bem as diferenças entre Mídias Sociais e Redes Sociais.
Fiz com bastante pressa, caso tenha esquecido de algo, pode falar que irei alterar!

O intuito deste gráfico é simplificar o entendimento do post sobre a diferença entre mídias sociais e redes sociais.

As setas exemplificam as Mídias. Clique para aumentar.

Bem pessoal, como estou trabalhando como profissional de marketing de relacionamento e de tecnologia, nestes dias eu estava pensando sobre como promover um sistema de votação inteligente. Por quê?

Em liderança, aprendi que o líder é necessário, se principalmente este indivíduo entender do assunto, seja teoricamente ou através de experiências passadas. (É claro que existe a questão de integração social). Mas quem dirá que ele é o melhor?

Vamos supor a seguinte situação: Surgiu um grande problema que envolve 100 pessoas, sendo delas, 10 especialistas e 20 generalistas, sendo que sobraram 70 indivíduos sem qualquer conhecimento na área. Este grupo se baseia na democracia por valorizar questões como a liberdade de expressão. Então o grupo elege um líder para solucionar o problema… Agora eu pergunto… Quais foram as razões para a escolha desse líder? Será que foi a empatia, conhecimento técnico isolado que fez com que subisse ao poder, os dois ou através de outros meios? Com que efeito a voz dos especialistas e dos generalistas influenciaram na decisão final?

Você já parou para pensar sobre o que aconteceria se somente os 70 indivíduos tivessem poder de votação? (Imagine se estes fossem manipulados, por falta de conhecimento, a pensarem somente em si) Porque dar o mesmo poder de voto para um especialista (que estudou, errou e aprendeu) para alguém que nada conhece a respeito de um determinado assunto? Agora a última pergunta: Porque não confiar a nossos “irmãos” brasileiros e em nossos filhos o poder de através de suas especialidades fazer um país melhor?

A idéia é essa… Não tirar o poder dos leigos, mas confiar mais poder aos sábios para que a democracia além de possibilitar a mesma liberdade que hoje nos possibilita, também oferecer melhor eficácia no desenvolvimento de um país ou de uma comunidade.

Realmente é um sistema complexo, porque são muitas questões que precisarão ser levantadas, mas não tenho dúvidas que através da tecnologia essa solução irá possibilitar que as nossas decisões como cidadãos melhore, assim como o nosso país.

Como hoje o nosso sistema de votação é eletrônico… Bem… Porque não torná-lo inteligente?

Além de pensar em nosso país, imagine sistemas como esse implantados em empresas e comunidades(virtuais e reais)!

Esse é um pensamentos meu… se quizer colaborar, fique à vontade.

Ahh… só um detalhe: Coloquei como Democracia 3.0 como alusão à Web 3.0, a web semântica (e mais inteligente).

Se você não sabe o que é uma DMC, acesse aqui

Uma pesquisa realizada pela Altimer Group e Wetpaint, comprovou que empresas que investem em DMC apresentam melhores resultados e receitas. A pesquisa foi feita com as 100 empresas mais valiosas do mundo, apontadas pela Business Week. O investimento em DMC representou um crescimento, em média, de 18% nos últimos 12 meses. Por outro lado, as empresas que investiram menos ou se mostraram pouco engajadas tiveram uma queda de 6%, em média, na receita no mesmo período. Quais os motivos para esses resultados?

Por causa da democracia e da possibilidade de atingir mercados mais que específicos, garante quem trabalha com isso. “Já saiu na frente quem percebeu que a Internet não é apenas mais um ‘canal’ de contato com o consumidor. É o lugar onde se constroem marcas”, comenta Karina Sabbag, gestora de projetos da Agência WX, agência web de Curitiba. ” Imagine fazer uma linda campanha que vai ao ar em rede nacional e não cuidar das críticas que o produto recebe nas redes sociais? Sempre digo, pra falar bem de alguma coisa é difícil. Agora, para jogar pedra, tem muitos na fila. As empresas tem que monitorar e ter uma maneira efetiva para atingir seu público com suas mensagens.”

Quando você coloca sua marca e suas ideias nas DMC, está falando diretamente com seu público-alvo. Pode vender os hits musicais dos anos 60 para a Carla; a primeira edição do Harry Potter para o Marcos, ou ainda, suas calças jeans customizadas para os grupos de rock que ensaiam nas garagens.Também pode trocar ideias sobre política, religião ou qualquer outro assunto, virando inclusive uma referência no tema.

“E em qual outro tipo de mídia você consegue esse nível de monitoramento, de objetividade e de resultados realmente garantidos?”, pergunta Karina. “O que a gente espera daqui pra frente é que muito mais gente descubra esse poder. O poder de dissipar uma mensagem para milhões de espectadores que estão realmente interessados no que você está falando. O conteúdo produzido é imenso e é tudo muito rápido. Logo, se você não é – e permanece – desinteressante, vai perder audiência. Simples assim.”

Um turista na rede social – Um bom exemplo de uso das redes sociais em prol de quem usa a web para buscar informações confiáveis, é o setor de turismo. “Pessoas interessadas em turismo procuram grupos, páginas e pessoas que falem exclusivamente sobre esse determinado assunto, e os assuntos podem ser comentados por visitantes”, confirma Ana Carolina Bau, da MalaPronta.com. Nos EUA, 6 entre cada 10 turistas procuram informações na web, em sites como o Facebook e Twitter.

Por isso, a MalaPronta.com atua fortemente nas redes sociais, oferecendo informação e suporte aos usuários do seu site de reservas de hotéis e carros. “A cada semana, temos dezenas de novos seguidores de nossa página no Facebook, além do perfil no Twitter”, afirma Ana. Para dinamizar os perfis, a MalaPronta.com divulga diariamente ao menos duas promoções e pacotes, “e cuidamos para que nossos visitantes estejam sempre satisfeitos com o conteúdo veiculado. Dicas de lugares para viajar e detalhes relacionados a turismo são postados frequentemente em nosso blog, fazendo com que as pessoas que se interessem pelo assunto possam sempre ter a MalaPronta.com como fonte de informação.”

Segundo Francisco Millarch, diretor da MalaPronta.com, com o uso das DMC é possível apresentar com maior facilidade o perfil da empresa aos visitantes. “Assim, podemos mostrar que mais do que o serviço de reservas online, nos preocupamos com a garantia de boas viagens. E por entendermos a importância e relevância das mídias sociais para a população, possuímos um setor de marketing voltado especificamente para isso”, complementa.

Quem está plugado? – A gestora de projetos da Agência WX explica que existem dois tipos de “gente plugada”: os geradores de conteúdo – onde entram os blogueiros, o pessoal do twitter, os fissurados por tecnologias – e o “público passivo”, que não deixa de gerar conteúdos, mas que participam mais em sites de relacionamento, em comentários em blogs e pequenos tweets. O que todos procuram? Um lugar cheio de pessoas interessantes – e porque não dizer empresas, instituições, etc., etc. – com quem elas possam interagir e trocar ideias.

“É preciso apenas disciplina para alimentar as ferramentas. Se você quiser ser um gerador de conteúdo, precisa estar antenado nas tendências. Saber o que está rolando no momento para poder se comunicar com os outros. Na Internet, quem lança conteúdo primeiro é pop. Quanto às empresas, as pessoas só seguem quem gera conteúdo interessante. A internet é rápida demais e milhões de informações novas estão sendo geradas enquanto você lê este parágrafo. Se o que eu estou falando não te interessa, você apenas pula para o próximo texto. Mais rápido do que um piscar de olhos”, complementa Karina. As redes sociais hoje movem o mundo. É perfeitamente viável construir uma empresa através deles.

Por: http://www.administradores.com.br/

Quando escrevi sobre o assunto (ainda bem) relacionado à diferença entre Mídias Sociais e Redes Sociais, comecei a pensar bem mais sobre, até que recebi um comentário dizendo que Mídia Social é ainda algo mais amplo, para confirmar o que estava estudando. Como em latim, Mídia é igual à Meio, e Social é algo relacionado a Pessoas, agora lhe pergunto… Por que a televisão, rádio e jornal não poderiam ser chamadas de Mídias Sociais? Digo isso porque são Meios que as Pessoas utilizam para se comunicar, isto é, são meios sociais. Partindo desta linha de raciocínio, tomo como provável verdade que o idealizador de tal termo não tinha levado esta questão em consideração. Se estiver errado, mande bala no comentário! 😉

Resumindo, o significado da palavra “Social”, é demasiadamente amplo. Ela não pode dizer por si mesma que as pessoas possam colaborar através de uma determinada mídia. Não que seja errado chamar um Facebook de Mídia Social, mas acabo percebendo que uma televisão também pode ser uma (Porque é a mensagem de alguém que utiliza um meio para alcançar um ou mais indivíduos).

Agora você me pergunta… Rodrigo, mas por que DMC? Não poderia ser somente Media Collaboration? Se um fórum ou um local onde as pessoas podem vender e comprar para qualquer outra pessoa na realidade (como uma praça, um mercado livre REAL) for considerado um Meio, não, porque não é Digital. Acho importante colocar essa diferença para mídias digitais e reais, onde as pessoas possam colaborar. Como então o termo “Digital Media Collaboration” é um tanto que prolongado… por que não utilizar DMC para se de referir às Mídias Digitais de Colaboração, como Facebook, Orkut e o Twitter?

Talvez essa mudança seja difícil… Mas para um profissional é importantíssimo saber os significados dos termos que fazem parte de suas atividades e admitir os equívocos obtidos através de outras pessoas. É claro que uma mudança repentina não é o melhor a ser feito, porque o mercado já tomou isso como uma verdade. E o que você acha? Podemos utilizar um outro termo para mídias como o Facebook, Orkut e Twitter?

Existe diferença? Sim. O que existe é uma confusão em relação ao que significa as atividades de cada um.

Analista de Mídias Sociais

O Analista de Mídias Sociais é o profissional que foca a mídia em si, como o Facebook, Twitter, Orkut, Sonico, Yahoo Respostas, Youtube e outros como fóruns em geral. Pelo menos teoricamente. Um profissional com este perfil é indicado para atuar na camada tática e inclusive a operacional, já que este se relacionará diretamente com o público através das mídias digitais determinadas pela camada estratégica para atingir um objetivo. Mas pensando bem… Eu chamaria esse profissional de Analista de DMC. Veja aqui o porquê.

Analista de Redes Sociais

O Analista de Redes Sociais é o profissional que tem um olhar mais abrangente, pois pela definição, deve procurar as mídias ou formas que um grupo de pessoas utiliza para se comunicar, sendo on-line ou não. (uma rede de amigos, fãs e etc), isto é, uma rede social. Depois das mídias estarem definidas, os especialistas de cada meio irão atuar, como o Analista de Mídias Sociais. Sendo assim, este analista de redes sociais poderia ser chamado também de analista de marketing de relacionamento. Vamos simplificar? Deixemos como Analista de Redes Sociais, o que não vale é fazer confusão. ^^

Pessoal, decidi postar este artigo como complemento do artigo “A diferença entre Mídia Social e Rede Social” para ajudar a fixar a idéia da diferença destes dois conceitos.

Início

No início, uma causa foi defendida com fervor, por um homem chamado Jesus de Nazaré, “o carpinteiro”.

Idéia

O intuito deste era abrir a mente humana para que seus ouvintes se libertassem dos seus pensamentos egoístas, alheios à caridade, humildade, arrependimento e honestidade, para que fossem aceitos pelo seu Deus para que pudessem um dia viver em um paraíso, anunciado por ele que era reino sem igual.

Recrutramento e Delegação

Este homem escolheu 12 pessoas para que espalhassem a notícia e que também fossem responsáveis pela futura rede social.

Execução

Essa causa ouvida por diversos indivíduos, foi questionada, reverenciada, assim como odiada por pessoas de sua época e por várias gerações posteriores.

Em pouco tempo após o anúncio de sua missão, este homem foi crucificado por ser considerado impostor e mentiroso por aqueles que eram mencionados em suas palavras como o povo escolhido por Deus, pois se denominava como o Filho de Deus, além de ser também acusado por outras atitudes que apontadas pelas autoridades da época.

Anos se passaram após a sua morte, no Império Romano, a causa foi proclamada por um homem chamado Paulo que agora com veemência denominava-o como Senhor Jesus, o Cristo e o Salvador.

Viralização em massa

Mesmo após a morte de Jesus, suas idéias eram defendidas como se estivesse materialmente vivo e bem presente. As palavras de Paulo se propagavam por diversos países, onde discutia-se os ideais da causa em pontos estratégicos como fóruns, sinagogas e templos geralmente com pessoas de alta influência. Após perseguições, mortes e proclamações, esta causa tomou proporções sem medidas.

Foram formadas diversas (sub) redes sociais, chamadas de Igrejas. Pessoas anunciavam a causa aos seus conhecidos com uma convicção de tal modo, que estavam convencidas de que esta ideologia era mais forte que suas próprias vidas. Os governos tiravam suas vidas a fio de espada, por fogo e por outros tipos de atrocidades, pois temiam insurreições e insubordinação, já que os defensores da causa defendiam que existia um outro senhor e um outro reino.

Mesmo assim o poder de divulgação desta ideologia conquistou regiões, estados, países, continentes e gerações… Não porque dava riquezas materiais aos adeptos, mas sim, porque principalmente vendia sonhos a muitos que a podiam conhecer.

Segmentação e divisão

Séculos se passam e a Igreja Católica, comunidade cristã com maior número de membros, tornou-se para alguns, uma farsa. Tais acusadores apontavam que seus membros eram explorados com cobranças indevidas, como a doação de indulgências para que os erros cometidos fossem perdoados, diferente da idéia inicial de amor que era focada antes de qualquer coisa a doação do ser pessoal. Logo após destas acusações surgiram protestos, novas mortes e novas redes sociais cristãs foram formadas, denominadas como “Os Protestantes”.

Tais protestantes afirmavam que eram os reformadores da causa que um dia seus ideais foram deturpados, causa que atingiu multidões sem mesmo o apoio direto de seu idealizador, Jesus.

Século XXI, novas (sub) redes sociais cristãs formam-se isoladas e com uma velocidade vertiginosa. Em jornais é anunciado que em 2020 os protestantes no Brasil serão 50% da população total. Os ideais que todos os adeptos ao Cristianismo afirmam ter são a caridade, honestidade, humildade e arrependimento, mas por que tamanha divisão?

Um exército grande e dividido é confuso e não tem vitória. A cada esquina é possível encontrar uma igreja em determinadas regiões da cidade de São Paulo. Se essas comunidades afirmam tais ideais, a união não seria uma conseqüência lógica e no mínimo uma premissa?

A influência das Mídias Sociais nesta Rede Social

Então todo o cenário começa a mudar novamente. Desde o século passado a televisão e a rádio são utilizadas como mídias para que os indivíduos destas (sub) redes sociais possam se comunicar, mas agora com a internet surgem as mídias sociais que são meios que possibilitam algo que antigamente não era possível ser feito devido a existência de obstáculos enormes para que estas pudessem se comunicar de forma mais simples e clara.

Podemos dizer que a maior Rede Social do mundo está começando a passar por uma fase nunca vista. Nunca foi tão fácil compartilhar seus ideais através de mídias como o Facebook, Orkut, Youtube(sim!), chamadas como mídias sociais, para aprender, ensinar, criticar, indicar e elogiar os ideais de redes sociais que o indivíduo pertença ou não e poder ser ouvido pelo mundo.

Só espero que todos cheguem a um consenso e se unam para ajudar aos que precisam. Quem acreditar nessa possibilidade levante a mão! 😉

Peço desculpas se tropecei em algum fato histórico ou observação fora do objetivo do post e também deixo claro que não defendo nenhuma religião específica.

Qual é a diferença entre esses dois conceitos? Seriam a mesma coisa?

Nos Estados Unidos as pessoas costumam utilizar o termo “Social Media” e nós aqui no Brasil utilizamos o termo “Rede Social” para sistemas de colaboração como o Facebook, Orkut e outros.

Vamos ao dicionário de Inglês>Português e traduzir o termo “Rede Social”… e no que dá? Resulta em “Social Network”, diferente dos americanos que usam para o Facebook e Orkut o termo “Social Media”. Agora me pergunto, porque esta troca? Só Deus deve saber.
Mas agora vou falar sobre a diferença destes termos e sobre o porque é importante respeitá-los.

Veja mais informações aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Social_network

Rede Social

Rede social é uma comunidade ou rede de pessoas que não está limitada a uma estrutura ou meio (ou mídia). É um grupo de pessoas que compartilham um único interesse (Pode ser um produto, gosto, famoso, amigo e outros). É interessante ver nesta perspectiva porque nós podemos fazer um marketing para uma rede social, algo mais amplo. Um exemplo? Tocadores de Guitarra. Então indiferente do meio, mídia ou estrutura nós criaríamos um plano sobre como alcançar tal comunidade para vender nossos produtos, serviços ou idéias.

Mídia Social

Mídia do Latim é Meio. Juntando as duas palavras daria Meio Social, isto é, é um meio onde uma determinada Rede Social utiliza para se comunicar. Vamos pegar o nosso exemplo “Tocadores de Guitarra” e sondar os meios que eles usam para se comunicar… Facebook? Orkut? Celulares? Last.Fm? Twitter? Ning? Bem, tudo isto neste conceito são Mídias Sociais.

Como se percebe o conceito de “Rede Social” se refere a uma comunidade e a “Mídia Social” a um meio (uma ferramenta para se comunicar). Por isso deixo uma dica… Não se prenda ao meio, mas deixe a sua criatividade viajar no conceito de rede social. Assim a sua marca estará onde o seu público está ou estará. Defina prioridades baseadas sobre quais meios influenciam mais diretamente a sua rede social e depois ataque!

Gostou do post? Lá vai meu Twitter: http://www.twitter.com/rodrigogpiris